20% da composição da Assembleia Legislativa não deve disputar reeleição em 2022

A renovação na Assembleia Legislativa em 2023 já está garantida em pelo menos 20% da composição do parlamento. É possível afirmar isso, pois vários são os deputados que já anunciaram a aposentadoria e outros que vão disputar o cargo de deputado federal. Em um levantamento feito pelo Blog Diego Emir, 11 legisladores não estão com planos de renovar o mandato próximo ano, mas essa lista pode aumentar.

Na última semana, a deputada Cleide Coutinho (PDT), confirmou que não irá buscar a reeleição e vai apoiar a sua cunhada Claudia Coutinho, ainda filiada ao DEM. Os demais que devem seguir caminho semelhante são: Zito Rolim (PDT) vai apoiar o ex-prefeito de Codó, Francisco Nagib (PDT); Andreia Rezende (DEM), vai abrir espaço para o marido Stênio Rezende (PSDB); Carlinhos Florêncio (PCdoB) passará o bastão para o filho Florêncio Neto e Edivaldo Holanda Braga (PTC), também não deve buscar a reeleição.

Outros cinco estão decididos a disputar uma vaga de federal, eles são: Duarte Júnior (PSB), Detinha (PL), Fábio Macedo (Republicanos), Márcio Honaiser (PDT), Pastor Cavalcante (PTB) e Neto Evangelista (DEM).

Outros deputados estaduais possuem “pontos de interrogação” quanto a sua continuidade no parlamento. É o caso de Ciro Neto (PP), que possui dificuldades para se reeleger, assim como Wendel Lages (PMN) e Vinicius Louro (PP) e Thaiza Hortegal (PP), que não tem mais um padrinho forte, assim como teve em 2018, na época teve o apoio do ex-marido Luciano Genésio.

A última dúvida paira sobre o presidente Othelino Neto (PCdoB), que pode concorrer ao cargo de senador, caso Flávio Dino (PCdoB), não esteja na disputa ou o chefe do poder legislativo pode até mesmo ser convocado para uma missão de ser vice-governador.

Se todos esses nomes forem confirmados fora da disputa, a renovação estará garantida próximo do percentual de 50%.

Deputados aposentados

A atual legislatura deve ser a que mais vai ter deputado estadual optando por não renovar seu mandato, seja por motivo de saúde ou até mesmo por querer passar para algum familiar a incumbência de atuar no parlamento. Em um passado recente, Helena Heluy e Joaquim Haickel abdicaram da reeleição em 2010; Tatá Milhomem parou em 2014; já em 2018, Nina Melo abriu mão em favor do pai Arnaldo Melo, Graça Paz em favor do filho que saiu derrotado e Max Barros optou pela aposentadoria.

 

Por Diego Emir

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