Se não fosse o “Machismo” Maranhão poderia ter mais uma representante nas Olimpíadas

A Maranhense Catarina Macario deveria jogar hoje as olimpíadas representando o Brasil, mas por puro “Machismo” e sem chances no Brasil, se mudou para os Estados Unidos na adolescência e agora defende a equipe mais vezes campeã do mundo entre as mulheres.

Catarina nasceu na Capital do Estado, São Luis, e desde novinha se destacava no futsal e no futebol de campo, mas os questionamentos sobre sua presença aumentavam conforme crescia. Alguns meninos acreditavam que ela por ser menina atrapalhava a categoria no qual ela estava inserida.

Foi quando estava perto de completar 12 anos que ela viveu o caso que fez a família pensar em mudança. Foi quando ela iria disputar um torneio de futsal com meninos, mas, na última hora, foi impedida de participar.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF), ainda tentou por duas vezes convocá-la, Catarina não quis, pois já estava muito bem, acolhida no seu novo País e queria retribuir o carinho recebido pelos Americanos, jogando pelo Estados Unidos.

Os Estados Unidos fez de tudo pela Maranhense, até o visto permanente ela conseguiu aos 13 anos, com a ajuda da ex-técnica da seleção local Jill Ellis. Bem diferente do Brasil, que só depois do “Machismo” tentou recuperar a joia que tinha tudo para ser estrela do futebol Brasileiro.

Veja a reportagem à seguir;

Deixe uma resposta